Era uma vez uma princesa chamada Catrina que, já muito nova, tinha sido raptada por um bando de piratas. Catrina já estava farta de estar presa naquela ilha deserta, sempre com tarefas para fazer e nem sequer lhe pagavam. Então decidiu que tinha de sair de lá.
Sorrateiramente, durante a noite, o papagaio do pirata chefe entregou uma erva que fazia adormecer, à princesa. Catrina, no início pensou que era uma armadilha, mas o papagaio explicou que só queria ajudar. A princesa, silenciosamente, entrou no quarto onde os piratas dormiam e colocou uma erva em cada uma das bebidas. Rapidamente a princesa e o papagaio procuraram uma saída. Passados uns dez minutos, encontraram finalmente a porta da saída. Passados alguns metros do navio, eles estavam completamente perdidos. O papagaio tomou a decisão de ir buscar o mapa ao covil dos piratas. Inesperadamente, os piratas ainda não tinham tomado sua bebida e com o barulho do papagaio, acordaram de imediato. Mal abriram os olhos, viram o papagaio com o mapa no bico e meteram-no numa gaiola, pois acharam muito estranho que o papagaio estivesse a roubar o mapa.
Passado algum tempo, a princesa continuava peridida e não acreditava que o papagaio a tinha traído, desatando num choro.
Passado dias, na ilha perdida, o papagaio começou-lhe a mandar sinais para ela continuar o caminho até ao castelo e ela consegui chegar lá. Feliz pelo papagaio a ter ajudado, a chegar aos pais, mal chegou ao castelo, a princesa saudou-o com joias e amor tendo-lhe ficado eternamente grata, libertando-o dos piratas.
Trabalho elaborado na Oficina de Escrita pelos alunos nº. 7, 10 e 21 da turma do 7º2.